jeudi 6 novembre 2008

doente.


o tempo tem me escapado
a tua falta tem me irritado
a minha falta tem me castrado.

não sei remediar com dor
não aprendi a corrigir o curso que vida segue
pelas decisões e faltas que cometemos
e levo a dor como livros arrastados por um cinto
a cada dia empilho mais angústia, subo mais um buraco
e aguento mais peso até não encontrar mais esquinas
onde seja possível dobrar a mente e fingir por um quarteirão que nada tem acontecido
nem abraços, nem olhares, confidências ou abrigos.
enquanto nada prova nada, as perguntas não se encaixam e as respostas fogem pro outro lado da ilha.

dimanche 5 octobre 2008

que sombras tem seu rosto ao se esconder da luz?



os 24 vincos na pele se aprofundam com prazer de uma criança a escrever n`areia molhada.

mercredi 1 octobre 2008

que haces tu?